sexta-feira, 17 de abril de 2009

my own ligth


I gess i just got lost
being someone else

i tried to killed the pain
but nothing ever helped

i let myself behind somewhere
along the way
hoping to comeback around
to find myself someday

lately i'm so tired
of waiting for you
to say that is ok

Tell me please
would you one time
let me be my self so i can shine
with my own ligth
and let be my self for a while

I'll never find my heart
behind someone else
i'll never see the ligth of day
living in this cell

it's time to make my way
into the world i knew
take back all this times
that i gave in to you

that's all i ever wanted from
this world
is to let me be me (love you)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

ainda

porque mais mal me fazes agora,
ainda mais do que antes?
porque me torturas com a visão do que sempre quis
porque voltas agora?
porque nao me libertas
dos pesados grilhões que me prendem?
quando preciso voar
quando me preparo para voar

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

a vida acabou

Se a minha vida até então acabou, quem serei eu agora?
Quem serei eu no futuro, se não sei ser a não ser eu?
A vida tal como a conhecia acabou de facto
mas era a vida que sempre quis ter
como vou viver agora?
Infeliz sempre?
Procurar o quê? Buscar o quê?

sábado, 4 de outubro de 2008

amar demais

Ai depressa, depressa
uma folha, um caderno
para desatar o que me vai no peito
agora tão tarde na noite me deito
na cama que era nossa, mas não me ajeito

Pois que em ti me envolvia
assim não aqueço
Pois se meu pecado foi te amar demais,
que a paixão não deixei morrer
por isso tenho agora por castigo não te poder ter

Ah, louca doida o que fazes?
se já não vês e o sabes
Proibida de amar como farei?
A dor a arder no peito
Oh amor que castigo
sigo meu destino
como alma penada entre as gentes
neste mundo sem sentido

sábado, 27 de setembro de 2008

the story of who i am

all across the ocean blue

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Visualizar




Elevar acima da dôr


permite-nos alcançar um imenso horizonte


só possivel num estado de tristeza


e contacto connosco próprios


que requer solidão e muita atenção


aos nossos ruídos interiores.


Permite-nos visualizar como somos


de uma forma única e verdadeira


como até então não havíamos experimentado.


Isto faz-nos mudar ou crescer


como não poderíamos ter imaginado antes.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Jantar

jantar com amiga de infância...
poucas coisas serão melhores que isto
afecto verdadeiro, amizade saudável
bem querer recíproco